terça-feira, 23 de novembro de 2010

Family Guy


    O pai, gordo e idiota, se chama Peter; a mãe ,dedicada e frustrada, Lois; a filha adolescente e insegura é Meg; o filho do meio é bobo e se chama Chris; o bebê ao invés de ser fofinho e gracioso é superdotado, megalomaníaco e recebeu o nome de Stewie, junto deles sempre está o cão falante, e por vezes mais racional que os seus donos, Brian. Esses são os personagens que formam a desengonçada e desajustada família Griffin que compõe o núcleo de "Family Guy", um desenho animado voltado para o público adulto que utiliza ótimas piadas para criticar e ao mesmo tempo rir da sociedade moderna.
        A família Griffin está sempre diante da TV, vive na cidade de Qhahog e seus componentes se envolvem nas mais hilariantes e bizarras situações algumas delas surreais  , destacam-se também: os vizinhos Joe, Cleveland e Quagmire responsáveis por diversas situações engraçadas, as piadas com celebridades, as paródias de filmes e desenhos consagrados e a qualidade da animação.Esses fatores garantem à série um nível de excelência quase inexistente nos desenhos animados dos dias de hoje.
     O mote de cada episódio pode até parecer convencional, a  fórmula não é original e já foi consagrada desde os final da década de 80 com o sucesso de "Os Simpsons". Entretanto Seth MacFarlane- criador, produtor, roteirista e dublador- consegue propiciar a cada um dos episódios algo diferenciado, sempre com muita inteligência e utilizando-se de um humor ácido e anárquico.
     "Family Guy" leva o público ao riso de maneira fácil devido à sua profusão de piadas  que atacam os padrões morais e conservadores (através de uma família que no mínimo pode ser chamada de desfuncional pois seus membros não tem nada de previsível ou convencional) que infelizmente permeiam o mundo em uma época em que tudo deve ser politicamente correto. 

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